O Edifício Darke parece um dente podre na boca do Centro do Rio. Um bloco de concreto e mármore de segunda categoria que sobreviveu à ….
Categoria: Terror
Feche as portas e verifique as fechaduras. Bem-vindo à categoria “Terror”, nosso sanatório literário onde as mais profundas ansiedades e os medos primais ganham vida. Este não é um lugar para os fracos de coração. É um convite para olhar dentro do abismo e confrontar o que se esconde na escuridão, tanto lá fora quanto dentro de nós.
Aqui, o horror se manifesta em todas as suas formas. Nossos contos exploram o sobrenatural, com fantasmas vingativos, demônios antigos e maldições que ecoam através do tempo. Mergulhamos no terror psicológico, onde a maior ameaça é a fragilidade da mente humana e a linha que separa a sanidade da loucura. E não nos esquivamos do horror corporal, com narrativas viscerais que exploram a profanação da carne.
As histórias que você encontrará nesta seção foram criadas com um único propósito: perturbar sua paz de espírito. Elas são povoadas por monstros, assombrações, assassinos e, talvez o mais assustador de tudo, pessoas comuns levadas a atos de uma maldade indescritível.
Cada conto é uma promessa de noites mal dormidas, de olhares desconfiados para cantos escuros e daquela sensação incômoda de que você não está realmente sozinho. Se você tem um fascínio pelo macabro e encontra prazer no medo, então você está em casa.
Recomendamos que leia com a luz acesa. Mas não garantimos que isso vá ajudar.
Sexta-feira. 18 de junho de 1993. Merda de dia pra nascer, merda de dia pra morrer. Pra mim, era só mais uma sexta-feira fodida, o ….
O barco rasgava a porra do oceano como uma navalha. Um casco de fibra de vidro, preto, sem nome, com dois motores roncando como animais ….
Vamos direto ao ponto: o trabalho é um câncer. Eu, Robert, estou há vinte e dois anos enfiado nesse uniforme cáqui fedendo a suor e ….
Rio de Janeiro, Setembro de 2010. Trezentos e cinquenta anos. Aniversário de quê? De praga? Sete vidas de um gato, dizem. Que piada. Um gato ….
O ar no quarto fedia. Uma mistura azeda de suor, sexo barato e cheiro de mofo que subia daquele colchão de palha. Ela estava ali, ….
150 km/h. O ponteiro do velocímetro tremia, colado no limite. A noite era um breu lá fora, engolindo a estrada. Eu estava com pressa, muita ….
